O presidente do MPLA, João Lourenço, considerou este sábado, em Luanda, que a Organização da Mulher Angolana (OMA) é um dos pilares históricos e estruturantes do partido. As suas declarações foram proferidas durante a abertura do 8.º Congresso Ordinário da OMA, que decorreu no Centro de Conferências de Belas e reuniu mais de duas mil delegadas de todas as províncias do país.

“Continua a ser com as mulheres que o MPLA se fortalece, se projecta para o futuro e se prepara para vencer os desafios políticos, económicos e sociais do nosso tempo”, afirmou João Lourenço, sublinhando a relevância da participação feminina não apenas no partido, mas também na governação e na promoção de políticas de inclusão social e económica em Angola.
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O líder do MPLA destacou que, desde a sua fundação, a OMA tem desempenhado um papel essencial na formação de lideranças femininas, na mobilização das mulheres em torno de causas sociais e políticas e na defesa de direitos fundamentais, tornando-se uma força estruturante que sustenta a coesão e a projeção do partido no país.
Congresso da OMA reforça estratégia política, inclusão e capacitação feminina
O 8.º Congresso Ordinário da OMA foi desenhado para avaliar o trabalho realizado nos últimos anos, definir novas estratégias de atuação e fortalecer a presença das mulheres em cargos de liderança dentro do MPLA. Durante a abertura do congresso, Lourenço sublinhou que a organização continuará a ser uma força motriz na implementação de políticas de desenvolvimento económico, educação, saúde e inclusão social, refletindo a importância histórica e contemporânea das mulheres na construção do Estado angolano.
O evento também incluiu debates sobre programas de capacitação de lideranças femininas, políticas de género, inclusão social e empoderamento económico. As delegadas discutiram formas de ampliar a participação das mulheres na tomada de decisões e na definição de políticas públicas, garantindo a integração efetiva de género em todos os níveis da administração pública e da sociedade civil.
O papel histórico e social da OMA
Criada como uma organização fundamental do MPLA, a OMA tem servido como canal de expressão política e social das mulheres angolanas ao longo das décadas, promovendo a igualdade de género, o combate às desigualdades e a participação ativa em processos decisórios. João Lourenço lembrou que a OMA desempenhou um papel central durante períodos críticos da história de Angola, incluindo a luta pela independência e a consolidação do Estado pós-independência, reforçando a visão de que a presença feminina é determinante para a estabilidade e o progresso do país.
O congresso representa também uma oportunidade para reforçar a coesão interna do partido e alinhar a ação da OMA com os objetivos estratégicos do MPLA, garantindo que as mulheres continuem a ocupar posições de destaque e influência política. Lourenço frisou que a organização é essencial para enfrentar os desafios do presente, preparar futuras lideranças femininas e assegurar que Angola continue a desenvolver políticas sustentáveis, inclusivas e orientadas para o futuro.
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O 8.º Congresso Ordinário da OMA surge num contexto de reforço da participação feminina na política angolana, destacando a importância do equilíbrio de género na governança, na tomada de decisões e na implementação de políticas públicas que impactam diretamente a vida da população. Para o presidente do MPLA, a OMA é “uma força estratégica e histórica, indispensável para o fortalecimento do partido e do país”.

