Suspeito de Violação Libertado por Erro Foge do Reino Unido

Um suspeito de violação foi libertado acidentalmente da prisão e conseguiu deixar o Reino Unido antes de ser julgado, conforme revelado por fontes judiciais. O homem, cujo nome não pode ser divulgado por questões legais, estava detido em um estabelecimento prisional britânico, enfrentando múltiplas acusações de violação, agressão sexual e violência contra uma mulher.

Martelo da justiça em cima da mesa
Suspeito de Violação Libertado por Erro Foge do Reino Unido © Raw Pixel dia Freepik

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Após uma audiência pré-julgamento no início de fevereiro, um erro de comunicação levou a uma falha no sistema judicial, resultando na liberação do acusado. Um oficial judicial informou, por engano, ao estabelecimento prisional que o réu poderia ser libertado sob fiança, desencadeando sua saída da prisão. Pouco tempo depois, o suspeito deixou o país.

Apelo do Juiz e Investigação do Caso

O caso gerou indignação no meio judicial e foi alvo de críticas por parte de um juiz proeminente de Londres. O juiz Martin Edmunds KC, responsável pelo Tribunal de Kensington e Chelsea, apelou à intervenção do governo para garantir que o acusado retorne ao Reino Unido e seja julgado.

Em sua decisão, o juiz Edmunds destacou a gravidade do erro, afirmando que “embora erros desse tipo sejam extremamente raros, e este seja o único caso de liberação errônea de um prisioneiro que tenha chegado a este tribunal, levamos este erro muito a sério”. Ele também garantiu que uma investigação completa seria conduzida para determinar como ocorreu a falha e para implementar medidas preventivas.

O tribunal de Isleworth, onde o caso estava a ser tratado, ouviu que o réu, que nega todas as acusações contra ele, foi detido após ser formalmente acusado. O julgamento estava inicialmente marcado para junho deste ano, mas houve um pedido para antecipar a data para março. Durante uma audiência em 6 de fevereiro, um erro na comunicação levou ao engano que resultou na liberação do acusado.

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O juiz Edmunds explicou que o erro ocorreu devido a uma confusão com outro processo criminal em que o réu foi libertado sob fiança. “Houve um equívoco ao supor que ele estava em liberdade sob fiança em ambos os casos”, afirmou o juiz, apontando a confusão como o motivo da falha administrativa.

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