Um homem de 42 anos foi detido no domingo pela Polícia Judiciária (PJ) depois de ter raptado a filha de três anos da casa da mãe, no Porto, e se ter refugiado com a criança num abrigo de montanha em Montalegre, distrito de Vila Real.

O caso começou a 19 de janeiro, quando o suspeito, no âmbito de uma visita à filha, retirou a criança da residência da ex-companheira e fugiu, iniciando uma situação de grande apreensão familiar, segundo noticiou o Jornal de Notícias. Nos dias seguintes, manteve contactos com a mãe da menor, impondo diversas exigências para a devolução da filha, gerando um clima de tensão e incerteza sobre a segurança da criança.
PUBLICIDADE
Carro apreendido por falta de seguro? Cotação de seguro para veículos apreendidos pela polícia no Reino Unido por falta de seguro ou de documentação.
Durante a operação de localização, os inspetores da Diretoria do Norte da PJ conseguiram identificar e localizar o suspeito e a criança em Matosinhos. A menor foi encontrada em condições de higiene deficientes, mas sem ferimentos físicos graves, e foi entregue à mãe, assegurando a sua proteção imediata.
Detenção após resistência e apreensão de armas
A Polícia Judiciária informou que a abordagem ao suspeito só foi realizada depois de garantidas todas as condições de segurança, de forma a salvaguardar a integridade física da criança. Durante a detenção, o homem tentou resistir fisicamente, investindo contra os agentes da autoridade, mas acabou imobilizado e detido.
No decurso da investigação, foi identificado o local onde o suspeito se tinha refugiado com a filha: um abrigo de montanha na zona de Montalegre. Nesse local, as autoridades apreenderam uma arma proibida e uma quantia em dinheiro, acrescentando novos elementos ao inquérito sobre o comportamento do detido.
PUBLICIDADE
Conduz no Reino Unido? Compare preços de seguros de mais de 100 seguradoras em menos de 3 minutos no portal de comparação de seguros Icompare4u.
O detido, que permanece sob custódia policial, será agora apresentado à autoridade judiciária para aplicação das medidas de coação adequadas. A PJ reforça que este caso constitui um alerta para a importância da vigilância e proteção das crianças em situações de conflito familiar.

