Uma moradia desabou esta manhã, junto ao nó de saída da Autoestrada 7 (A7), em Arco de Baúlhe, dois dias após a Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto ter realojado a família que ali residia.

De acordo com o Jornal de Notícias, este incidente ocorre numa altura em que o município enfrenta um problema recorrente de instabilidade de terrenos na região, agravado pelas intensas chuvas que caem sobre o local.
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Realojamento Antecipado Evitou Tragédia Maior
A queda da moradia aconteceu na manhã de hoje e não causou vítimas, uma vez que a família foi realojada na sequência de um aviso da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, que já tinha identificado a precariedade da estrutura. A situação é, no entanto, preocupante, dado que na semana passada uma situação similar levou ao realojamento de um casal de sexagenários que residia numa casa contígua à que agora foi destruída.
Plano de Emergência Ativado e Perímetro de Segurança Delimitado
Após o incidente, a autarquia ativou o Plano Municipal de Emergência, reunindo-se de urgência no sábado para avaliar os riscos associados à derrocada da casa e a instabilidade do terreno. A área afetada foi delimitada com um perímetro de segurança, que impede o acesso de civis e restringe a circulação a veículos e agentes de Proteção Civil, técnicos da Ascendi e outros profissionais autorizados. A Câmara Municipal apela à colaboração da população para que se respeite a sinalização e as orientações das autoridades.
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De acordo com as autoridades locais, o terreno onde a moradia estava situada tem sido constantemente afetado pelo movimento de terras, especialmente devido à acumulação de água no subsolo provocada pelas chuvas fortes dos últimos dias. Esse fator, somado à fragilidade estrutural das casas, tem contribuído para o agravamento da situação na zona junto ao talude construído para acolher o nó de saída da A7.
O município continua a monitorizar a situação e reforçou as medidas de segurança para evitar novos deslizamentos de terra e danos à população.

