Rhiannon Whyte, de 27 anos, foi brutalmente assassinada em outubro de 2024, depois de ser esfaqueada 23 vezes na cabeça e no peito com uma chave de fendas por Deng Chol Majek, um migrante sudanês, após terminar o turno no Park Inn Hotel, em Walsall. Majek foi condenado a prisão perpétua, com um mínimo de 29 anos, pelo Coventry Crown Court, após ser implicado por provas “avassaladoras”, incluindo imagens de CCTV e análises de ADN.

A vítima, mãe de um menino de seis anos, foi descrita pela mãe, Siobhan Whyte, como alguém “inteligente, bondosa e divertida, com o coração mais puro”. Siobhan afirmou que ainda vive envolta em culpa e luto, recusando-se a mencionar o nome do agressor.
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Imagens de vídeo mostram Majek a seguir Rhiannon até à estação de comboios de Bescott Stadium e a atacar a jovem na plataforma. Após o crime, Majek foi detido em menos de cinco horas pela British Transport Police, depois de ter sido alertada por uma amiga da vítima. Rhiannon acabou por falecer três dias depois, no hospital.
Trauma familiar e reflexões sobre segurança e migração
O ataque deixou a família de Rhiannon profundamente abalada. Enquanto a filha estava inconsciente na UCI, Majek foi filmado a comprar cerveja e a dançar no hotel, comportamento que Siobhan descreveu como “falta de consciência e arrependimento”.

A mãe de Rhiannon também enfrentou o desafio de explicar ao neto de seis anos, que vive com a tia, a morte da mãe, dizendo-lhe apenas que “um homem mau magoou o cérebro da mãe e os médicos não conseguiram salvar”.
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Durante o julgamento, Siobhan afirmou que não demonstrou desrespeito a Majek, mas destacou a frieza do réu, que apenas olhou para si uma vez. Questionada sobre imigração, Siobhan defendeu que o governo deveria reforçar os controlos sobre migrantes indocumentados, embora tenha sublinhado que a sua família não julga ninguém pela cor da pele, destacando a convivência positiva com imigrantes legais no seu trabalho.
O caso sublinha não apenas a gravidade da violência urbana, mas também o impacto psicológico duradouro sobre as famílias das vítimas e levanta questões sobre segurança pública e políticas de imigração.


É muito triste isso, essa pessoa tem que ficar na prisão pra sempre.