O ex-detido britânico Ian Huntley, conhecido pelo homicídio de duas crianças em 2002, morreu na sequência de uma agressão violenta ocorrida no interior da prisão de alta segurança HMP Frankland. Um inquérito preliminar revelou que a causa da morte foi uma lesão craniana provocada por impacto contundente, após ter sido atingido várias vezes na cabeça com um objeto metálico.
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Agressão em HMP Frankland e causa da morte
Segundo o que foi apresentado no inquérito, Huntley foi atacado no interior de uma oficina prisional em fevereiro, alegadamente por outro recluso. O ataque envolveu o uso de uma barra metálica, que provocou ferimentos graves na cabeça.
O antigo carcereiro foi transportado em estado crítico para o hospital, onde permaneceu internado até à sua morte, registada a 7 de março de 2026, no Royal Victoria Infirmary. O patologista responsável pela autópsia concluiu que a causa do óbito foi “lesão craniana contundente”.
A direção do inquérito referiu ainda que a identificação formal do corpo ocorreu no próprio dia da morte.
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Investigação criminal e evolução do caso
As autoridades confirmaram que a investigação criminal sobre o incidente permanece em curso. Um recluso, identificado como Anthony Russell, de 43 anos, foi acusado de homicídio relacionado com a agressão ocorrida dentro da unidade prisional.
O tribunal deverá continuar a acompanhar o processo nas próximas audiências, enquanto o inquérito sobre as circunstâncias da morte foi adiado para uma data posterior, aguardando desenvolvimentos judiciais.
HMP Frankland é uma prisão de alta segurança onde Huntley cumpria pena de prisão perpétua pelos assassinatos de Holly Wells e Jessica Chapman, cometidos em 2002 em Soham.
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Os crimes, que chocaram o Reino Unido, envolveram o desaparecimento das duas crianças após deixarem um evento familiar, tendo os seus corpos sido encontrados dias depois. Huntley foi condenado em 2003 a prisão perpétua com uma pena mínima recomendada de 40 anos.

