Homem que fingiu ser motorista de táxi condenado a 13 anos por violação no Reino Unido

Um homem que se fez passar por motorista de táxi foi condenado a 13 anos de prisão após violar uma mulher na sua própria casa, no condado de Derbyshire, em Reino Unido.

Um homem que se fez passar por motorista de táxi foi condenado
Homem que fingiu ser motorista de táxi condenado a 13 anos por violação no Reino Unido © Derbyshire Constabulary

Shabir Sultani, de 27 anos, foi considerado culpado do crime ocorrido no ano passado na cidade de Chesterfield. O agressor abordou a vítima depois de esta ter saído de uma discoteca em Sheffield, onde tinha passado a noite com amigos.

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Segundo os factos apresentados em tribunal, a mulher acreditava estar a entrar num táxi quando aceitou a boleia do suspeito. Durante a viagem, Sultani afirmou ser motorista e ofereceu vodka à vítima, que recusou.

Quando chegaram à residência da mulher em Chesterfield, o agressor seguiu-a até à porta de casa e forçou a entrada no imóvel.

Vítima conseguiu afastar agressor antes de este fugir

No interior da habitação, o suspeito começou a beijar a vítima contra a sua vontade e continuou a insistir mesmo depois de ela pedir repetidamente que parasse. O agressor acabou por violá-la, segundo a acusação apresentada em tribunal.

A mulher conseguiu reagir e afastar o atacante, conseguindo libertar-se e interromper o ataque. Após o crime, Sultani abandonou o local e fugiu.

Investigação levou à detenção através de câmaras de vigilância

A investigação conduzida pela Derbyshire Police permitiu identificar o suspeito através de imagens de videovigilância e do sistema de reconhecimento automático de matrículas (ANPR), que localizou o veículo utilizado no crime.

O homem foi posteriormente detido e acusado. Durante o julgamento no Derby Crown Court, realizado em novembro, Sultani negou as acusações, mas acabou por ser considerado culpado pelo tribunal.

Tribunal aplica pena agravada e medidas de controlo

Além da pena de 13 anos de prisão, o tribunal determinou uma extensão de sete anos devido à perigosidade do arguido. O condenado ficou também sujeito a uma ordem de prevenção de crimes sexuais, que o impede de contactar a vítima.

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Adicionalmente, Sultani foi inscrito no registo de criminosos sexuais, medida aplicada no Reino Unido para monitorizar pessoas condenadas por este tipo de crimes.

A investigação foi liderada pela detetive Beth Waite, que destacou a coragem da vítima por denunciar o caso e colaborar com as autoridades.

Segundo a investigadora, a denúncia foi fundamental para garantir a responsabilização do agressor e permitir que a justiça fosse aplicada. A polícia apelou ainda a outras vítimas de crimes sexuais para que denunciem os casos, garantindo que as autoridades estão preparadas para prestar apoio e conduzir investigações sem julgamentos.

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