Escândalo em Braga: Funcionário filmado em ato sexual na escola

O Agrupamento de Escolas Alberto Sampaio, em Braga, afastou de funções um assistente operacional da Escola Secundária Alberto Sampaio após a circulação de um vídeo explícito, no qual o funcionário aparece nu a realizar uma prática sexual. A gravação, que foi difundida rapidamente dentro da comunidade escolar, gerou repúdio e levou à suspensão imediata do funcionário. O caso foi também reportado ao Ministério Público e às autoridades competentes, que já iniciaram a investigação.

Escola Alberto Sampaio
Escândalo em Braga: Funcionário filmado em ato sexual na escola © Direitos Reservados

Medidas adotadas pela escola e envolvimento das autoridades

João Andrade, diretor do Agrupamento de Escolas Alberto Sampaio, explicou que a situação foi tratada com a maior rapidez possível, com a suspensão imediata do funcionário e a comunicação do ocorrido tanto ao Ministério Público quanto à Câmara Municipal de Braga, entidade patronal do colaborador. O vídeo, que mostra o assistente operacional a masturbar-se enquanto transmitia via ‘web’, foi amplamente partilhado dentro da comunidade escolar, gerando forte indignação.

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“O que sabemos até agora é apenas o que aparece no vídeo. Não temos mais informações sobre as circunstâncias do ocorrido nem sobre a identidade das outras pessoas envolvidas”, afirmou João Andrade. Ele sublinhou que a responsabilidade pela investigação agora cabe às autoridades competentes, como a Polícia Judiciária.

A vereadora da Educação de Braga, Hortense Santos, também confirmou que o funcionário foi suspenso preventivamente e que um processo disciplinar está em andamento.

Reações da comunidade escolar

O incidente provocou grande indignação, especialmente entre os pais e alunos da escola. Uma mãe de uma aluna da Escola Secundária Alberto Sampaio expressou o seu profundo repúdio à situação, considerando-a “inconcebível” e afirmando que não seria aceitável o regresso do funcionário à escola, dada a natureza do ocorrido.

Além disso, as autoridades estarão a avaliar se o caso envolve crimes como abuso sexual, importunação sexual, pornografia de menores ou devassa da vida privada. No entanto, as investigações ainda estão em curso, e as autoridades competentes deverão esclarecer todos os pormenores do incidente.

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Este caso levanta questões importantes sobre a segurança online e os limites entre a vida privada e a pública, especialmente no contexto escolar. A comunidade escolar aguarda com expectativa o desfecho da investigação, enquanto a escola reforça seu compromisso com a proteção e segurança de todos os seus alunos.

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