O Chelsea anunciou que a sua equipa feminina passará a disputar todos os jogos da Women’s Super League (WSL) em Stamford Bridge a partir da temporada 2026/27. A decisão, confirmada na manhã de quarta-feira, marca um momento histórico para o clube londrino, que tem dominado o futebol feminino inglês nos últimos anos.

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A mudança surge após um processo de consulta que envolveu jogadoras, parceiros, o Conselho Consultivo de Adeptos (FAB) e vários grupos de adeptos. Até agora, a equipa realizava a maioria dos seus jogos em Kingsmeadow, em Kingston upon Thames, antigo estádio do AFC Wimbledon, utilizando Stamford Bridge apenas para encontros de maior destaque.
Com esta alteração, todos os jogos da liga passarão a decorrer no icónico estádio no oeste de Londres, com capacidade para cerca de 40 mil espectadores. Já os jogos de outras competições continuarão a ter local definido caso a caso, sendo essa informação comunicada oportunamente aos adeptos.
Stamford Bridge como símbolo de crescimento e investimento
Em comunicado oficial, o clube destacou que esta mudança representa mais do que uma simples alteração de estádio. Stamford Bridge passará a ser a casa permanente da equipa feminina, simbolizando a ambição e o compromisso do Chelsea com o crescimento sustentado do futebol feminino.
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O clube sublinha que a decisão permitirá aumentar a visibilidade da equipa, oferecer maior consistência aos adeptos e potenciar novas oportunidades de crescimento, ao mesmo tempo que inspira futuras gerações de atletas.
Apesar da mudança, Kingsmeadow continuará a desempenhar um papel importante, passando a acolher mais jogos das equipas de formação. O estádio, que foi casa da equipa feminina durante quase uma década, será assim mantido como parte integrante da estrutura do clube.
Clube e equipa destacam impacto da mudança
A treinadora do Chelsea, Sonia Bompastor, salientou a importância deste passo, destacando a ligação emocional a Kingsmeadow, mas também o entusiasmo em iniciar um novo capítulo em Stamford Bridge. A técnica afirmou que a equipa está motivada para continuar a crescer, competir ao mais alto nível e proporcionar um ambiente especial aos adeptos.
Já Aki Mandhar, diretora executiva da equipa feminina, afirmou que esta decisão reforça a ambição do clube em tornar-se a principal referência mundial no desporto feminino.
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Atualmente, o Chelsea ocupa o segundo lugar na tabela da WSL, a nove pontos do líder Manchester City, quando faltam apenas três jornadas para o final da competição. Nos últimos anos, tal como outros clubes da liga, o Chelsea tem investido significativamente no aumento da base de adeptos da sua equipa feminina, sendo esta mudança mais um passo nesse percurso de crescimento.

