Duas cidadãs brasileiras ficaram feridas num ataque a tiros ocorrido no sítio arqueológico de Teotihuacán, no México, que resultou na morte de uma turista canadiana e deixou outras 13 pessoas feridas. O incidente teve lugar nas imediações da Pirâmide da Lua, uma das áreas mais visitadas do complexo.

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De acordo com o Gabinete de Segurança mexicano, o autor dos disparos foi identificado como Julio César Jasso Ramírez, de 27 anos, que abriu fogo contra visitantes antes de cometer suicídio. Entre os feridos encontram-se turistas de várias nacionalidades, incluindo Brasil, Estados Unidos, Colômbia, Canadá e Rússia.
As autoridades indicam que parte das vítimas foi atingida diretamente pelos disparos, enquanto outras sofreram ferimentos durante o pânico gerado pela tentativa de fuga.
Brasileiras feridas estão fora de perigo
Segundo o Itamaraty, as duas brasileiras atingidas não correm risco de vida. Uma adolescente de 13 anos já teve alta hospitalar e encontra-se com a família, enquanto uma mulher de 55 anos permanece internada, em condição estável.
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O ataque ocorreu no dia 20 de abril, numa zona que recebe milhares de turistas anualmente e que se situa a cerca de 50 quilómetros da Cidade do México.
Impacto no turismo e reforço de segurança em análise
O Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) anunciou que o complexo de Teotihuacán reabrirá ao público no dia 22 de abril. No entanto, o acesso à Pirâmide da Lua permanecerá encerrado para permitir as investigações conduzidas pela Procuradoria-Geral da República mexicana.
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, classificou o incidente como um caso isolado, sublinhando que o Governo está a avaliar medidas para reforçar a segurança em zonas arqueológicas e destinos turísticos.
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Por sua vez, a Procuradoria-Geral garantiu que está a prestar apoio às vítimas e a colaborar com autoridades locais para apurar todos os detalhes do crime.

